Uma ponte escura. Um carro em alta velocidade. Do lado de fora da ponte, um helicópetero. Tiros, muitos tiros. O condutor do carro acha que hora de pular. Ainda em alta velocidade, ele pula. Explosão. Fogo. Um helicóptero no chão.
Foi assim que um carro derrubou um helicóptero. E é assim uma das cenas mais marcantes do filme "Duro de Matar 4.0". Cenas de tecnologia e ação com uma pitada de humor levam Bruce Willis à glória e os fãs ao ápice do entusiasmo.
Bruce Willis, "um relógio de corda", se vê obrigado a lutar contra o terrorismo em plena era digital. De um lado, o mocinho com armas, do outro, o vilão com um computador. Não preciso nem contar quem é o herói dessa história, apenas uma ressalva. Não foi um revólver que proporcionou a vitória, mas sim a condição de herói: "não há mais ninguém para fazer", nas palavras do autor.
O filme mostra a história de crackers tentando invadir e derrubar todos os sistemas que movimentam um país - água, energia, trânsito – por um único motivo: vingança. O vilão, até então mais um dos que prestam serviços tecnológicos, ofereceu um novo produto ao FBI, com a justificativa de que a segurança do atual sistema era falha. Como foi chamado de "louco", fez tudo para mostrar que estava certo.
Um terrorismo virtual com consequências de apagão na costa oeste e parte da leste dos EUA, por exemplo. Com o teclar dos dedos, fizeram uma bagunça imensa, até que mexeram com a filha do "McClane". Dessa vez, o herói em questão, derrubou um caça F-35.
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